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Autoestima e família

Autoestima saudável é fundamental para o bem-estar emocional

A autoestima é a maneira como nos valorizamos e nos relacionamos. É a avaliação que fazemos de nós mesmos, levando em conta nossas habilidades, características, aparência, conquistas e tudo o que compõe nossa identidade. Ter uma autoestima saudável é fundamental para o bem-estar emocional e para uma vida equilibrada. Uma pessoa com uma autoestima elevada tende a ter confiança em si mesma, acredita em suas capacidades e se sente valiosa. Ela se aceita como é, com suas qualidades e imperfeições, e não se deixa abalar facilmente pelas críticas ou pelos desafios que enfrenta. Essa pessoa se sente merecedora de amor, respeito e sucesso. Por outro lado, uma baixa autoestima pode levar a uma visão negativa de si mesmo. A pessoa pode se sentir insegura, incapaz e indignada de amor e felicidade. Ela pode duvidar de suas capacidades e se comparar constantemente com os outros, sentindo-se inferior. Isso pode afetar sua autoconfiança, relacionamentos interpessoais, desempenho acadêmico ou profissional e até mesmo sua saúde mental. Desenvolver uma autoestima saudável requer um trabalho interno consciente. É importante reconhecer nossos próprios valores, talentos e conquistas. Devemos aprender a nos tratar com bondade e autocompaixão, aceitando nossas falhas e erros como parte do processo de crescimento. Além disso, cercar-se de pessoas positivas e de apoio, que valorizam quem somos, também contribui para fortalecer nossa autoestima. A prática regular de cuidados pessoais, como exercícios físicos, alimentação saudável, sono adequado e atividades que nos tragam prazer, também desempenham um papel importante na construção da autoestima. Ao cuidar de nós mesmos, estamos enviando uma mensagem de amor e valorização para nosso próprio ser. Vale lembrar  que a autoestima não é fixa e pode flutuar ao longo do tempo. É um processo contínuo de autodescoberta, crescimento e aprendizado. Ao cultivar uma autoestima saudável, estamos investindo em nosso próprio bem-estar e desenvolvimento pessoal, o que nos permite enfrentar os desafios da vida de forma mais resiliente e confiante.

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Mentoria integrativa SERFA

POR QUE FAZER MENTORIA FAMILIAR?

Existem várias razões pelas quais uma família pode optar por fazer mentoria familiar. Aqui estão alguns motivos comuns pelos quais as famílias buscam esse tipo de suporte: Melhorar a comunicação A mentoria familiar pode ajudar a melhorar a comunicação entre os membros da família, facilitando a expressão de pensamentos, sentimentos e necessidades de forma clara e respeitosa. Isso promove um ambiente de entendimento mútuo e fortalece os vínculos familiares. Resolver conflitos Conflitos são naturais em qualquer família, mas podem se tornar problemáticos quando não são adequadamente resolvidos. A mentoria familiar oferece um espaço seguro para explorar e resolver os conflitos, ensinando habilidades de resolução de problemas e promovendo a compreensão mútua. Fortalecer os laços familiares A mentoria familiar auxilia no fortalecimento dos laços afetivos entre os membros da família. Ao desenvolver uma maior compreensão e apoio emocional uns aos outros, a família pode enfrentar desafios juntos e fortalecer seu senso de unidade e pertencimento. Desenvolver habilidades parentais A mentoria familiar pode fornecer orientação e suporte aos pais para melhorar suas habilidades parentais. Isso inclui estratégias para lidar com desafios específicos relacionados à criação dos filhos, como disciplina, estabelecimento de limites saudáveis e promoção do bem-estar emocional das crianças. Lidar com mudanças familiares Transições familiares, como divórcio, mudanças na dinâmica familiar ou perdas, podem ser difíceis de enfrentar. A mentoria familiar oferece suporte durante essas transições, ajudando a família a se adaptar às mudanças, processar emoções e desenvolver estratégias para lidar com os desafios associados. Promover o desenvolvimento pessoal A mentoria familiar pode ajudar cada membro da família a desenvolver-se pessoalmente, trabalhando em habilidades de autoconhecimento, autogerenciamento emocional e promoção de um estilo de vida saudável. Isso contribui para o crescimento individual e melhora a qualidade dos relacionamentos familiares. É importante ressaltar que a mentoria familiar é uma abordagem personalizada, adaptada às necessidades e objetivos específicos de cada família. Ela oferece um ambiente de apoio e orientação para ajudar a família a superar desafios, promover o bem-estar e alcançar uma convivência harmoniosa. Se você está em busca de um apoio personalizado para fortalecer sua família, promover uma comunicação saudável e superar desafios familiares, aproveite o poder da mentoria familiar SER.FA (sistema emocionais das relações familiar e da sua autoestima). Descubra como podemos trabalhar juntos para criar um ambiente harmonioso e construir relacionamentos duradouros. Invista no bem-estar da sua família hoje mesmo!

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Mentoria integrativa SERFA

Mentoria SERFA integra: mediação, constelção familiar e coach parental

MENTORIA INTEGRATIVA – SER.FA – (sistema emocional das relações familiar e sua autoestima) Criar uma mentoria que integre várias teorias foi um grande desafio, mas também muito importante e  valioso para que eu podesse fornecer uma orientação abrangente, que adapte  às necessidades individuais de cada  pessoa ou família. O propósito da  mentoria  integrativa SERFA é oferecer uma perspectiva ampla e abrangente, combinando diferentes conceitos, estratégias e técnicas  de diversas abordagens teóricas, como mediação, constelação familiar e coaching parental. A mentoria  integrativa SER.FA é um modelo que abrange, suporte e orientação para ajudar as famílias a resolver problemas, fortalecer seus relacionamentos e alcançar seus objetivos. A mentoria SER.FA, por  integrar essas teorias pode ser realizada por um profissional qualificado que possui conhecimentos e habilidades nessas áreas específicas. Aqui está uma descrição geral de cada uma dessas abordagens e como elas podem ser integradas: Mediação: A mediação é um processo em que um mediador neutro facilita a comunicação e a negociação entre as partes envolvidas em um conflito ou problema. O mediador ajuda as famílias a identificar interesses e necessidades comuns, explorar opções de resolução e chegar a um acordo mutuamente satisfatório. Na mentoria, a mediação pode ser utilizada para ajudar a família a resolver conflitos e melhorar a comunicação intrafamiliar. Constelação familiar: A constelação familiar é uma abordagem terapêutica que busca identificar e resolver dinâmicas familiares inconscientes e padrões de comportamento que podem estar causando conflitos ou dificuldades na família. Ela se baseia na ideia de que os membros da família estão interconectados e influenciados por gerações anteriores. Na mentoria, os princípios da constelação familiar podem ser usados para explorar as dinâmicas familiares, identificar padrões disfuncionais e trabalhar em direção à cura e ao equilíbrio. Coaching parental: O coaching parental é um processo de suporte e orientação para os pais, com foco no desenvolvimento de habilidades parentais, resolução de problemas e alcance de metas específicas relacionadas à educação dos filhos. O coaching parental fornece estratégias práticas e ferramentas para ajudar os pais a melhorar sua eficácia na criação dos filhos. Na mentoria, o coaching parental pode ser usado para ajudar os pais a adquirirem habilidades de comunicação, estabelecer limites claros, lidar com desafios comportamentais e promover um ambiente familiar saudável. Ao integrar essas abordagens a mentoria, o profissional trabalha com a família para compreender a situação atual, identificar objetivos específicos e aplicar técnicas e estratégias relevantes de mediação, constelação familiar e coaching parental. Por exemplo, o mediador pode ajudar a família a identificar conflitos, enquanto o trabalho com constelação familiar pode ajudar a explorar as raízes mais profundas desses conflitos e o coaching parental pode fornecer ferramentas práticas para lidar com eles no dia a dia. A mentoria tem como propósito identificar as necessidades e objetivos específicos de cada família , esse é o nosso trabalho como mentor familiar, podemos realizar várias atividades práticas como analise do sistema familiar para obter uma compreensão mais profunda das necessidades e objetivos da família, outras atividades que também podem incluir:           Entrevistas individuais: O mentor pode realizar entrevistas individuais com cada membro da família para ouvir suas preocupações, desejos e metas pessoais.           Observação familiar: O mentor pode passar tempo com a família para observar sua dinâmica e interações, identificando áreas de conflito, desafios de comunicação ou padrões         comportamentais.           Questionários ou avaliações: O mentor pode utilizar questionários ou avaliações estruturadas para obter informações adicionais sobre as necessidades e expectativas da família.           Discussões em grupo: O mentor pode facilitar discussões em grupo com a família para promover uma compreensão coletiva das questões e objetivos familiares.          Análise sistemica familiar: O mentor pode explorar a história familiar, incluindo eventos passados, relacionamentos familiares e padrões de comportamento, para identificar fatores que possam estar influenciando a dinâmica atual da família. Com base nessas atividades e informações coletadas, a nossa mentoia familiar pode então trabalhar em conjunto com a família para definir metas específicas e desenvolver um plano de ação para alcançá-las. Isso permite  adaptar as técnicas e estratégias, como mediação, constelação familiar e coaching parental, de acordo com as necessidades exclusiva da família em questão.  

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Mentoria integrativa SERFA

A diferença do mentor familiar para o pscicólogo de família

A mentoria familiar e a psicologia de família são abordagens diferentes quando se trata de trabalhar com famílias. Veja as principais diferenças entre as duas: Mentoria Familiar A mentoria familiar geralmente envolve uma pessoa experiente e capacitada que atua como mentor para a família. Essa pessoa pode ter experiência em áreas específicas, como aconselhamento, coaching ou trabalho social. O mentor familiar trabalha com a família de uma maneira mais prática e orientada para metas. Eles oferecem orientação, suporte e conselhos práticos para ajudar a família a enfrentar desafios específicos e atingir objetivos. A mentoria familiar pode se concentrar em áreas como desenvolvimento de habilidades parentais, resolução de conflitos familiares, planejamento financeiro familiar, entre outros. O mentor familiar pode ter uma abordagem mais direcionada, fornecendo conselhos específicos e compartilhando suas experiências e conhecimentos. Psicologia de Família A psicologia de família é uma área especializada dentro da psicologia que se concentra no estudo e tratamento dos problemas familiares e dinâmicas familiares. Os psicólogos de família têm formação acadêmica e clínica em psicologia e são licenciados para fornecer terapia e tratamento psicológico para famílias. Os psicólogos de família adotam uma abordagem terapêutica para trabalhar com famílias, utilizando técnicas e intervenções baseadas em evidências para promover a compreensão, resolução de conflitos e o bem-estar emocional de todos os membros da família. A psicologia de família pode envolver terapia familiar, terapia de casal e terapia individual para membros da família, dependendo das necessidades e dos objetivos terapêuticos. Em resumo, a mentoria familiar tende a ser mais orientada para orientação e conselhos práticos, enquanto a psicologia de família envolve uma abordagem terapêutica mais profunda e baseada em evidências para tratar questões emocionais e relacionais dentro da família.  

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Direitos de Família

A ADOÇÃO HOMOAFETIVA: A PRIMEIRA TESE DO CEARÁ – UNIFOR

  Era uma vez uma jovem chamada Rita Cássia, uma estudante de Direito apaixonada por justiça e igualdade. Desde cedo, Cássia como era conhecida, se interessava pelos direitos humanos  de  família e principalmente  quando envolvia  crianças e idosos. Ao longo de sua jornada acadêmica, ela teve a oportunidade de estudar casos de discriminação e desigualdade, despertando ainda mais seu desejo de promover mudanças positivas em sua sociedade. Durante sua graduação, Cássia conheceu um casal homoafetivo que  sonhava em um dia poder adotar um filho em nome dos dois, visto que naquele momento pouco se falava nesse tipo de adoção e aida não havia se quer um projeto de lei sobre o tema , o ano era 2005. Ela  com sua sensibildade sempre muito aflorada ficou bastatente  emocionada com a história dos dois homens que, com tanto amor e dedicação, estavam lutando para dar um lar aquela criança e construir uma família. No entanto, Cássia também percebeu que havia muitos obstáculos legais e sociais para a adoção por casais do mesmo sexo ainda no Brasil e como ela era movida por desafio amor ao direito de família, foi ao simpósio internacional de direito de família,  naquele ocasião que uma das palestrantes a então juíza de direito do Rio Grande do Sul defendia essa tese e havia escrito um livreto sobre o assunto.  Pois bem, Cássia, Inspirada pela história desse casal e determinada a fazer a diferença, decidiu que sua tese de conclusão de curso seria sobre a adoção homoafetiva. Não havia muito campo de pesquisa uma vez que o tema era extremamente novo no Brasil , procurou estudar  casos jurídico de fora sem êxito,  na  legislação brasileira não havia sido concedido nem uma adoção ainda e a   única pessoa que lutava por esse direito  era  Dra Maria Berenice Dias juíza de direito do Rio Grande do Sul ,que sempre falava em suas entrevistas e palestras. Ao longo de meses de trabalho árduo garimpando subcideos sem sucessos,  Cássia  com o apoio de seu orientador e  professor Erick Cysne conseguiu  reunir evidências e argumentos convincentes em favor da adoção homoafetiva. Sua tese explorou os princípios constitucionais de igualdade, não discriminação e proteção dos direitos da criança, além de destacar estudos que comprovavam a capacidade dos casais homoafetivos de proporcionar um ambiente amoroso e saudável para o desenvolvimento dos filhos, logo em seguida havia um processo tramitando em Bagé, Rio Grande do Sul. Finalmente, chegou o dia da defesa da tese.  Cássia estava nervosa, mas confiante em suas convicções. Ela apresentou sua pesquisa e argumentos perante uma banca acadêmica, composta por professores e especialistas no campo do Direito. Sua apresentação foi aclamada pela clareza de pensamento, embasamento jurídico, paixão pelo tema e pelo o amor duplo que carregava em seu ventre, sim Cássia estava preste a dar luz a gemêas .    . No final, Cássia  recebeu uma grande notícia: sua tese foi aprovada com louvor. Sua pesquisa e defesa convincente ajudaram a abrir caminho para uma maior aceitação e proteção dos direitos de constituir  família à adoção homoafetiva. A tese de Cássia Melo teve um impacto positivo na sociedade, contribuindo para a conscientização e a mudança de paradigmas em relação à diversidade familiar. Que a história de Cássia é uma exemplo inspirador de como um indivíduo determinado e comprometido pode usar o conhecimento e a pesquisa acadêmica para promover a igualdade e a justiça. Sua tese sobre adoção homoafetiva em Fortaleza deixou um legado duradouro e incentivou outros a questionar e desafiar as normas sociais, buscando um mundo mais inclusivo e respeitoso para todos. Cássia, fez sua apresentação em 29.10.2009 e deu a luz suas filhas em 04.11.2009 e vive essa benção até hoje… Seu amor por cuidar de familias continua pulsante. A PRIMEIRA ADOÇÃO POR CASAIS HOMOAFETIVOS A primeira adoção que resultou na filiação de um casal homoafetivo no Brasil ocorreu em Bagé, Rio Grande do Sul, em 2005. Duas crianças haviam sido adotadas por uma mulher. ECA – Lei nº 8.o69 de 13 de julho de 1990 Art. 42. Podem adotar os maiores de 18 (dezoito) anos, independentemente do estado civil. (Redação dada pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência § 1º Não podem adotar os ascendentes e os irmãos do adotando. § 2 o Para adoção conjunta, é indispensável que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família. (Redação dada pela Lei nº 12.010, de 2009) Vigência   Autora Rita Cássia N. Melo Correia

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Autoestima e família

A AUTOESTIMA DOS PARCEIROS IMPACTA NA QUALIDADE DO RELACIONAMENTO.

A autoestima dos parceiros em um relacionamento conjugal pode ter um impacto significativo na qualidade do relacionamento. Quando ambos os parceiros possuem baixa autoestima, pode haver desafios adicionais na relação. Aqui estão algumas maneiras como a baixa autoestima pode afetar um relacionamento e algumas sugestões sobre como lidar com essa situação: Insegurança e ciúme A baixa autoestima pode levar a sentimentos de insegurança e ciúme excessivo dentro do relacionamento. Os parceiros podem se sentir constantemente ameaçados pela possibilidade de serem abandonados ou não serem amados o suficiente. Isso pode levar a conflitos e dificuldades de confiança. Sugestão  É importante que ambos os parceiros trabalhem individualmente para desenvolver sua autoestima. Isso pode ser feito por meio de terapia individual, práticas de autocuidado e autoaceitação. Além disso, a comunicação aberta e honesta sobre os sentimentos de insegurança pode ajudar a construir confiança e compreensão mútuas. Dependência emocional A baixa autoestima pode levar a uma dependência emocional do parceiro, onde uma pessoa busca constantemente validação e segurança emocional do outro. Isso pode criar um desequilíbrio no relacionamento, onde um parceiro pode sentir-se sobrecarregado pela responsabilidade de satisfazer todas as necessidades emocionais do outro. Sugestão É importante que cada parceiro trabalhe para desenvolver uma autonomia emocional saudável. Isso envolve cultivar interesses individuais, buscar apoio emocional fora do relacionamento (como amigos, família ou terapeutas) e aprender a se valorizar e se amar. Comunicação deficiente A baixa autoestima pode dificultar a comunicação eficaz e aberta dentro do relacionamento. Os parceiros podem se sentir incapazes de expressar suas necessidades, desejos e preocupações de maneira assertiva, o que pode levar a ressentimentos e frustrações acumuladas. Sugestão Investir em habilidades de comunicação é fundamental para superar essas dificuldades. Isso pode incluir aprender a expressar-se de forma assertiva, ouvir ativamente o parceiro, buscar o entendimento mútuo e encontrar soluções colaborativas para os problemas que surgem. No entanto, é importante destacar que a baixa autoestima não é necessariamente um motivo para o divórcio. Muitos relacionamentos podem superar esses desafios com esforço, compromisso e busca de apoio profissional, como terapia de casal. O trabalho conjunto para melhorar a autoestima individual e fortalecer o relacionamento pode ajudar a superar essas dificuldades e construir um relacionamento mais saudável e feliz.

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